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Perguntas frequentes

As perguntas que sempre aparecem na primeira reunião.

Escopo, compatibilidade de ERP, o que sua equipe precisa disponibilizar, o que acontece quando uma integração falha e como funciona a cobrança. Se sua dúvida não estiver aqui, fale com a equipe.

Escopo das integrações

O que dá para integrar.

O que é possível integrar entre o PLM e o ERP? +

Cadastros e dados de desenvolvimento, nas duas direções. O que segue é o catálogo de possibilidades, não uma lista pronta: o que se aplica ao seu caso é definido no levantamento.

Do ERP para o PLM: insumos (materiais e aviamentos), preços de insumo, fornecedores, imagens de insumo, estoque, coleções, cores, estampas, grades de tamanho, listas e opções de campos, preços de produto, reservas de insumo e consumo por produto.

Do PLM para o ERP: produto, tabela de medidas, ficha técnica e estrutura, geração de código e SKU, cores da coleção, imagens do produto, custo e pré-custo, preço, ciclo de vida do produto, pré-cadastro de insumo, insumos do produto, documentos e histórico de aprovações.

O conjunto exato depende do que o seu ERP disponibiliza. Itens fora dessa lista são avaliados caso a caso.

A lista completa, com o que cada uma faz na prática, está em Possibilidades de integração.

A integração é de mão dupla? Os dois sistemas não vão brigar pelo mesmo dado? +

Sim, é bilateral. Alguns dados aparecem nas duas listas: preço, cor e consumo, por exemplo, podem tanto vir do ERP quanto sair do PLM.

Isso não significa que vão nos dois sentidos ao mesmo tempo. No levantamento definimos, dado a dado, qual sistema é a fonte oficial e qual apenas recebe. Assim nenhuma informação é sobrescrita por engano.

O que está incluído no meu contrato? +

Vale separar duas coisas que costumam ser confundidas.

O que a plataforma suporta é tudo o que está no catálogo de possibilidades de integração: fluxos nas duas direções, automações internas e integrações com sistemas de terceiros.

O que o seu contrato cobre é o conjunto de fluxos definido no levantamento do seu projeto. Pode ser só uma direção, pode ser um punhado de fluxos, e isso é normal: quase nenhuma empresa contrata o catálogo inteiro.

Quem define a fronteira é o documento de mapeamento aprovado ao final da primeira etapa. Ele diz exatamente o que será integrado, em qual direção e com quais regras. Fluxos que não estiverem nele são cotados separadamente, e é justamente isso que evita discussão de escopo no meio do projeto.

A troca acontece por arquivo, planilha ou PDF? +

Não. As integrações trocam dados estruturados com o ERP, campo a campo, via API. Nenhuma integração envia ou recebe PDF, CSV ou XLSX, em nenhuma das duas direções.

A única exceção são imagens: a imagem cadastrada no ERP é anexada ao insumo no PLM, e a imagem aprovada do produto pode ser enviada ao ERP. Documentos em PDF gerados a partir da ficha técnica são produzidos pelo próprio PLM Coleção Moda.

Dá para automatizar rotinas dentro do PLM, sem envolver o ERP? +

Sim. O mesmo mecanismo que conversa com o ERP também automatiza rotinas internas do PLM:

  • Iniciar fluxos de trabalho automaticamente quando as condições definidas pela sua empresa são atendidas
  • Disparar um novo fluxo quando o produto entra em uma etapa específica
  • Executar calculadoras de custo, preço, quantidade e consumo conforme a regra da empresa
  • Preencher e validar campos do produto, como geração de código interno
  • Dividir um fluxo conforme a característica do produto, direcionando cada caminho para a área correta
A plataforma conversa apenas com o ERP? +

Não. O ERP é o destino mais comum, mas não é o único.

API do próprio fornecedor de material. Com a referência do fornecedor preenchida no material, a plataforma consulta o sistema dele, converte os valores retornados para o padrão da sua empresa e grava nos campos técnicos do insumo. O resultado fica registrado junto ao item, e o campo de fornecedor é travado para não ser alterado depois, preservando a origem do dado. Esse fluxo não passa pelo ERP.

Outros sistemas indicados pela sua empresa. Eventos do PLM, como criação e alteração de produto, podem ser enviados em tempo real para um sistema externo, além do ERP. Quais eventos são enviados fica definido na configuração.

Os três fluxos que não passam pelo ERP estão detalhados no bloco Além do ERP.

Quando cada integração acontece? +

Depende do tipo de dado. Cada integração é configurada para um momento, definido junto com a sua equipe no catálogo de possibilidades:

Momento Uso típico
Em intervalos programados Sincronização periódica de cadastros do ERP: insumos, preços, fornecedores, grades e estoque
Ao avançar uma etapa Envio do produto e dos dados relacionados ao ERP no momento certo do desenvolvimento
A cada alteração Reação imediata à criação ou alteração de produto, cor, variante ou insumo
Sob demanda Reprocessamento e sincronização manual, quando a equipe precisa forçar uma atualização
A partir de uma solicitação Integrações disparadas quando uma solicitação é enviada a um fornecedor ou parceiro
Só o que mudou é sincronizado, ou tudo de novo toda vez? +

Nas integrações de cadastro, é possível trazer apenas o que mudou no ERP desde a última sincronização. Isso permite atualizações frequentes sem sobrecarregar o sistema de gestão.

Também é possível consultar o ERP pontualmente: a partir do código do produto, a Integra Moda lê uma referência já cadastrada no ERP e preenche os campos correspondentes na ficha do PLM, conforme o mapeamento definido na configuração, sem que ninguém precise abrir o outro sistema.

Compatibilidade

Funciona com o meu ERP?

Quais ERPs já têm conector pronto? +

TOTVS Moda, Sisplan, Linx, Senior Sistemas, Adsomos, Consistem, Excia, Systextil, Virtual Age, Vexta, Organiza Têxtil e Produtec.

Todos os conectores são desenvolvidos e mantidos pela equipe da Integra Moda. A lista completa e atualizada está em ERPs suportados.

E se o meu ERP não estiver na lista? +

Novos ERPs são avaliados sob consulta. O requisito é que exista alguma forma de troca de dados disponível, e a lista é mais ampla do que se imagina:

  • API REST
  • Web service SOAP ou XML, comum em ERPs têxteis mais antigos
  • Acesso direto à base de dados, liberado pelo fornecedor do ERP
  • Em último caso, quando o ERP não expõe nada programático, troca por arquivo estruturado em pasta ou FTP

Ou seja: seu ERP não precisa ter uma API moderna. Na avaliação verificamos quais informações ele disponibiliza e em qual formato, antes de qualquer compromisso de escopo.

Meu ERP tem muita customização. Isso é problema? +

Customização é a regra, não a exceção, nas empresas de moda. Por isso o mapeamento de campos é configurável: cada campo do PLM é ligado ao campo correspondente do seu ERP, com formatos, obrigatoriedades e validações aplicados automaticamente.

O que muda de cliente para cliente não é o conector, é o mapeamento. Ele é levantado e validado com a sua equipe na etapa de setup.

Tenho várias marcas, ou mais de uma empresa. Preciso de um contrato para cada uma? +

Depende de qual das duas coisas. A distinção é importante:

Marcas: sem limite. Quantas marcas a sua empresa tiver, todas entram no mesmo contrato, sem custo adicional por marca. Todas as marcas e integrações são gerenciadas em um único painel, com o histórico separado por fluxo.

Empresas: um contrato por CNPJ. Cada empresa tem contrato próprio, com setup e mensalidade próprios. O motivo é prático: a implantação é feita para o ERP, os acessos e as regras daquela empresa, e o mapeamento de campos vale para aquele cenário, não para o do grupo inteiro.

Na prática: um grupo com cinco marcas dentro de um CNPJ tem um contrato. O mesmo grupo com três CNPJs tem três.

Implantação

O que a minha equipe precisa fazer.

O que preciso disponibilizar para a integração acontecer? +

A integração liga dois sistemas, e as duas pontas precisam exatamente da mesma coisa. Não basta liberar o ERP: sem acesso equivalente no Coleção Moda, a integração não sai do lugar.

Em cada um dos dois lados, ERP e Coleção Moda

  • Credenciais de acesso ativas e validadas. No Coleção Moda, o token de integração liberado para a sua empresa. No ERP, endpoint e credenciais liberados pela sua equipe ou pelo fornecedor do sistema
  • Acesso às rotas necessárias, de leitura e de escrita, conforme os fluxos escolhidos. Acesso só de leitura não sustenta integração nas duas direções
  • Ambiente de homologação, para testar antes de ligar em produção
  • Um contato técnico de referência, seu ou do fornecedor, para resolver dúvida de acesso e de comportamento da API
  • Documentação técnica dos serviços disponíveis

Da sua equipe

  • Um contato de TI para intermediar liberações de acesso e rede nos dois lados
  • Um responsável de negócio para validar o mapeamento de campos, ou seja, qual campo do PLM corresponde a qual campo do ERP
  • Os cadastros de referência usados pelas fichas técnicas, como insumos, cores e grades, existindo no sistema de destino antes da homologação, seja por integração contratada ou por cadastro manual

Sobre os cadastros de referência: uma integração de saída só grava o que o sistema de destino já reconhece. Uma estrutura de produto que aponta para um insumo inexistente no ERP não é aceita. Esses cadastros podem chegar lá por integração ou por digitação, e a escolha é sua: depende de quantos insumos novos entram a cada coleção. O que não dá é entrar em homologação antes de eles existirem.

Também pedimos os limites de requisição das APIs do seu ERP e do Coleção Moda, informados pelos respectivos fornecedores, para dimensionar a frequência das sincronizações.

O token do Coleção Moda é solicitado pela sua empresa diretamente à Coleção Moda. A Integra Moda não emite nem libera esse acesso.

O responsável de negócio é o ponto mais importante. É quem conhece a regra da casa e evita que a integração leve o dado certo para o campo errado. Na prática, os dois itens que mais atrasam projeto são o ambiente de homologação e a liberação das credenciais, por isso o prazo de execução só começa a contar depois que os acessos estão validados.

Vocês migram os dados que já existem? +

Não. A implantação integra o que passa a acontecer a partir da entrada em produção: fichas novas e alterações que ocorrerem daí em diante.

Carga em massa de histórico não faz parte do escopo de implantação. Isso vale para produtos de coleções anteriores, insumos já cadastrados, estruturas antigas e histórico de custo ou preço.

Se a sua empresa precisar levar esse histórico de um sistema para o outro, avaliamos separadamente. É um trabalho com escopo, prazo e riscos próprios, contratado como aditivo ao contrato.

Na prática, a maior parte das empresas não precisa: o que interessa integrar é a coleção que está em desenvolvimento agora, e o histórico segue consultável onde sempre esteve.

Como é o processo de implantação? +

Em três etapas:

Etapa O que acontece
Setup e mapeamento Levantamento de campos, construção do mapeamento, configuração de credenciais e estruturação do ambiente
Desenvolvimento Autenticação com a API do ERP e sincronização de protótipos, produtos, coleções, materiais, grades, preços e imagens
Testes e homologação Validação completa, correções e aceite final, com documentação técnica incluída

Antes disso, no levantamento, definimos quais dados vão do ERP para o PLM, quais voltam do PLM para o ERP e com que frequência cada sincronização acontece.

As APIs já existem e o motor de mapeamento é pronto. Não é só parametrizar? +

Parte da pergunta está certa, e vale reconhecer o que de fato já existe: a plataforma. Recepção de eventos, execução, tentativas em caso de falha, auditoria e os conectores de comunicação com cada ERP estão prontos. É exatamente por isso que não cobramos o desenvolvimento de um middleware do zero, e isso já está refletido no preço.

O que não existe pronto é a sua integração. Quais campos saem do PLM e para onde vão no seu ERP. Em qual formato. Com quais regras de obrigatoriedade. O que fazer quando o dado chega incompleto. Como a sua empresa nomeia coleção, linha e grupo, e como isso se traduz no cadastro do ERP.

Nada disso é configuração de tela. É levantamento, mapeamento, desenvolvimento, teste e homologação com a sua equipe, até o aceite.

A prova disso é simples: dois clientes com o mesmo ERP têm integrações diferentes, porque não usam o ERP do mesmo jeito.

Se o conector do meu ERP já existe, a implantação não é rápida? +

O conector pronto evita construir uma camada de integração do zero, e isso já está refletido no preço. Mas ele não elimina o trabalho que é específico da sua empresa, que é justamente onde a implantação consome esforço:

  • O de-para campo a campo entre PLM e ERP, com formatos e conversões
  • As regras de negócio, obrigatoriedades e validações da sua operação
  • O comportamento esperado quando o ERP recusa um cadastro
  • Os testes e a homologação com a sua equipe, até o aceite

Cada cenário é avaliado caso a caso, e na maioria das empresas de moda essa camada é mais complexa do que parece na primeira conversa, porque quase nenhuma usa o ERP exatamente como ele veio.

O escopo é delimitado por um documento formal de mapeamento, aprovado ao final da primeira etapa. Ele define exatamente o que entra. Inclusões pedidas depois dessa aprovação são cotadas à parte, e é isso que evita discussão de escopo no meio do projeto.

Quanto tempo leva a implantação? +

Para um escopo padrão, o prazo de execução é de 14 dias úteis. A contagem começa a partir da confirmação de que todos os acessos técnicos foram recebidos, testados e estão funcionando, não da assinatura do contrato.

Essa distinção é importante e joga a favor dos dois lados: indisponibilidade, expiração ou limitação dos acessos suspendem a contagem enquanto durarem. Projetos com escopo maior têm o prazo definido na proposta.

Preciso parar a operação durante a implantação? +

Não. A integração só entra em produção depois da etapa de testes e homologação, com aceite da sua equipe. Até lá, o processo atual continua rodando normalmente.

As integrações também podem ser ligadas por partes, uma de cada vez, começando pelas que dão retorno mais rápido.

Minha equipe precisa de treinamento? +

O plano inclui um treinamento virtual de 1 hora. Ele cobre o uso do painel: acompanhar execuções, ler o histórico e reprocessar manualmente quando necessário.

As equipes de criação, modelagem e desenvolvimento seguem trabalhando dentro do PLM Coleção Moda, sem mudança de ferramenta.

Operação e falhas

E quando alguma coisa dá errado?

O que acontece se uma integração falhar? +

A falha é tratada em quatro camadas:

  • Reprocessamento automático, com cada tentativa registrada
  • Status de falha visível no painel em tempo real, sem precisar abrir chamado
  • Notificação automática por e-mail, com destinatários e frequência configuráveis
  • Reprocessamento manual a partir do histórico, quando a causa já foi resolvida

Nenhum dado é descartado. Tudo permanece no histórico de execuções.

Como eu sei que o dado realmente chegou no ERP? +

Cada execução gera um registro completo, consultável no painel:

Integração Fluxo executado, por exemplo Coleção Moda → TOTVS
Recebido em Data e hora do evento na origem
Duração Tempo total de processamento
Tentativas Reprocessamentos automáticos em caso de falha
Dados enviados O conteúdo exato transformado e enviado ao destino
Resposta do destino Retorno do ERP, sucesso ou detalhe do erro

Quando o ERP recusa um cadastro, a mensagem de erro dele aparece no registro. Isso encurta a conversa entre a sua TI, o fornecedor do ERP e a nossa equipe.

Por quanto tempo o histórico fica disponível? +

90 dias, com o conteúdo completo de cada execução: o que foi recebido da origem, o que foi enviado ao destino e o que o ERP respondeu. Dentro desse período, qualquer execução pode ser reprocessada manualmente.

Por que uma plataforma, e não um desenvolvimento avulso? +

Porque integração não é um projeto que termina. Ela roda todo dia, e todo dia alguma coisa pode dar errado do outro lado: o ERP fora do ar, uma credencial que expira, um campo obrigatório que mudou, uma coleção com volume três vezes maior que o normal.

Um desenvolvimento sob encomenda resolve o dia da entrega. Depois disso, quando algo falha, é preciso encontrar quem escreveu aquilo e esperar disponibilidade.

Com a plataforma, o que continua depois da entrega é o que está incluso na mensalidade: execução contínua, painel com o status de cada sincronização, histórico de 90 dias com o que foi enviado e o que o ERP respondeu, reprocessamento automático e manual, alertas de falha e suporte.

Na prática, isso significa que a integração não depende de uma pessoa específica. Nem da sua equipe, que muda, nem da nossa. Ela é um serviço em operação, não um entregável que alguém deixou na sua empresa.

Quem monitora a integração no dia a dia? +

A infraestrutura é gerenciada pela equipe da Integra Moda, com a plataforma disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Do lado do cliente, o plano inclui até 3 usuários com acesso ao painel de monitoramento, que também recebem os alertas de falha por e-mail. A ideia é que a sua equipe descubra um problema pelo alerta, não pela reclamação de quem estava esperando o cadastro.

Como os dados da minha empresa são tratados? +

Os dados em trânsito são transmitidos sob conexão segura (HTTPS/TLS), com credenciais próprias de cada cliente. A plataforma trata apenas os dados estritamente necessários para executar as integrações contratadas, e o conteúdo de cada execução fica retido por 90 dias.

Os dados trafegados são de desenvolvimento de produto: insumos, fichas técnicas, custos e cadastros.

Uma distinção importante: a Integra Moda é responsável pelos dados que trafegam pela plataforma. Os dados que ficam armazenados dentro do seu PLM e do seu ERP seguem as políticas de privacidade e segurança dos respectivos fornecedores desses sistemas.

Comercial

Como funciona a cobrança.

Quanto custa? +

R$ 280 por mês, impostos inclusos, cobrado mensalmente. Inclui a operação contínua das integrações contratadas, mapeamento configurável, histórico de 90 dias, alertas por e-mail, até 3 usuários, 2.000 requisições mensais, marcas ilimitadas, suporte de segunda a sexta e um treinamento virtual de 1 hora.

A mensalidade cobre a plataforma rodando. Quais fluxos rodam nela é o que o seu contrato define, e a plataforma suporta as duas direções mesmo quando o projeto contrata só uma.

Usuário adicional: R$ 25 por mês. Detalhes em Preços.

Esses valores são por empresa. Marcas são ilimitadas dentro do mesmo CNPJ, mas cada CNPJ tem contrato, setup e mensalidade próprios.

A mensalidade da Integra Moda cobre o PLM Coleção Moda? +

Não. São contratos separados, com empresas diferentes.

A Integra Moda é a camada de integração entre o PLM Coleção Moda e o seu ERP. O PLM Coleção Moda é um produto de outra empresa, com mensalidades, taxas e condições próprias, definidas por ela. Somos parceiros comerciais, e não temos ingerência sobre a política de preços deles.

O mesmo vale para o seu ERP: licenças e módulos são contratados diretamente com o fornecedor do sistema.

Ou seja, para operar a integração a sua empresa precisa ter contrato ativo com o Coleção Moda, com o seu ERP e com a Integra Moda. O que cobramos cobre apenas a nossa parte.

Vocês cobram por hora? +

Não. A implantação é precificada por escopo e entrega.

O que a sua empresa contrata é um resultado em produção: a integração funcionando, com prazo, testes, homologação, aceite e garantia. O risco de o trabalho render mais ou menos horas do que o previsto é nosso, não seu.

A tarifa de hora técnica existe, mas se aplica apenas a serviços adicionais depois da implantação: ajustes pontuais, atendimentos fora do escopo contratado e alterações pedidas após a aprovação do documento de mapeamento. Sempre com aprovação prévia da sua empresa, nunca como surpresa na fatura.

O setup está incluído na mensalidade? +

Não. O setup é cobrado separadamente, porque o esforço depende do seu ERP e do conjunto de integrações escolhido. Ele cobre as três etapas de implantação, incluindo a documentação técnica entregue no aceite.

Contratos assinados em até 7 dias após o envio da proposta têm 15% de desconto no setup.

Posso começar com poucas integrações e ampliar depois? +

Sim. Muitas empresas começam pela importação de insumos e pelo envio do produto, que resolvem a maior parte da digitação, e depois ampliam para custo, medidas e ficha técnica.

Depois da implantação, o que for pedido fora do mapeamento aprovado é cobrado conforme o tamanho:

  • Ajuste pontual, como incluir um campo: hora técnica vigente, sempre com aprovação prévia da sua empresa
  • Fluxo novo inteiro: novo escopo de setup, cotado à parte

Em nenhum dos dois casos a mensalidade da plataforma muda.

Vale saber de antemão: cada etapa nova tem o seu próprio setup. Só a base compartilhada, como a estruturação do ambiente e a autenticação com as APIs, é feita uma vez. O levantamento, o de-para, o desenvolvimento, os testes e a homologação são refeitos para cada fluxo novo, e é neles que está a maior parte do esforço.

Por isso, somando tudo, implantar em várias etapas ao longo do tempo custa mais do que implantar de uma vez. Começar pequeno continua sendo uma boa escolha quando o orçamento ou o momento da equipe pedem, mas é uma decisão de fluxo de caixa, não de economia total.

Quanto custa subir de faixa depois? +

Você paga a diferença entre as duas faixas, mais uma taxa de abertura de projeto. A base de implantação não é cobrada de novo.

A taxa cobre o que realmente se repete: um novo levantamento do que passa a ser integrado, um novo mapeamento de campos e um novo ciclo de homologação com a sua equipe. Esse trabalho custa praticamente o mesmo, seja o degrau grande ou pequeno, e por isso a taxa é um valor fixo e não um percentual.

Há uma exceção que vale conhecer: se a ampliação for decidida antes de o projeto em curso ser homologado, não há taxa de abertura. Nesse caso nada reabre, porque é um levantamento só, um mapeamento só e um ciclo de homologação só. Você paga apenas a diferença entre as faixas.

É o mesmo raciocínio quando um módulo de abastecimento é contratado depois do projeto principal.

Dito de forma direta: implantar em etapas custa mais porque levantamento e homologação se repetem, não porque a base é cobrada duas vezes.

O que é a taxa de abertura de projeto? +

É o custo de reabrir um projeto já entregue. Quando você amplia a integração depois da homologação, três coisas acontecem de novo: o levantamento do que passa a ser integrado, o mapeamento dos campos novos e um ciclo de homologação com a sua equipe. É trabalho real, e é o mesmo trabalho seja o degrau grande ou pequeno, por isso a taxa é um valor fixo e não um percentual sobre o que foi contratado.

Quando ela se aplica

  • Ao subir de faixa depois da entrega do projeto
  • Ao contratar um módulo de abastecimento em separado do projeto principal

Quando não se aplica

  • Se a ampliação for decidida antes de o projeto em curso ser homologado, porque aí nada reabre
  • Em ajuste pontual dentro do escopo já aprovado, que é cobrado como hora técnica
  • Em fluxo novo cotado como projeto próprio, já que nesse caso levantamento e homologação já estão no valor

A base de implantação, ou seja, ambiente, autenticação e recepção de eventos, nunca é cobrada duas vezes.

O que conta como uma requisição no limite de 2.000 por mês? +

Uma requisição é uma execução completa de integração: um evento recebido do PLM, ou uma ida ao ERP para buscar dados.

Quantas chamadas técnicas acontecem dentro dessa execução não importa para a contagem. Um produto que precisa de dezenas de chamadas ao ERP para ser cadastrado, com grade, cores e estrutura, continua sendo uma requisição.

Reprocessamento não consome requisição, nem o automático nem o manual. Se o ERP estiver fora do ar e a integração precisar tentar várias vezes, isso não entra na sua conta. Você não paga pela falha da plataforma nem pela indisponibilidade de terceiros.

E se eu passar das 2.000 requisições? +

Nada para de funcionar. As requisições acima do limite são cobradas a R$ 0,05 cada, no mês seguinte.

O painel mostra o consumo, então não existe surpresa no fechamento da fatura.

A integração tem garantia? +

Sim. Três meses a partir da entrega, cobrindo a correção de defeitos da integração desenvolvida. A etapa de homologação também inclui dois ciclos de ajuste antes do aceite final.

Um limite honesto: mudanças feitas pelo fornecedor do seu ERP ou pelo PLM nas APIs deles não entram na garantia, porque não estão sob nosso controle. Nesses casos a adequação é avaliada e cotada à parte.

Existe fidelidade? Como cancelo? +

Não há prazo de fidelidade. O plano mensal pode ser cancelado por qualquer uma das partes com aviso por escrito de 30 dias de antecedência.

Vale considerar o efeito prático: sem o plano ativo, as integrações deixam de ser executadas e os cadastros voltam a ser feitos manualmente nos dois sistemas.

O que acontece se a mensalidade atrasar? +

A parcela em atraso fica sujeita a multa de 2%, juros de 1% ao mês e correção monetária pelo IGP-M/FGV.

A partir daí existem dois marcos, e eles são bem diferentes entre si:

Após 10 dias As integrações são suspensas. Nenhuma sincronização é executada até a regularização. O acesso à plataforma continua: a sua equipe entra normalmente e consulta o histórico do que já foi processado.
Após 90 dias O contrato é rescindido automaticamente, todos os acessos são bloqueados e todos os dados da sua empresa mantidos na plataforma Integra Moda são removidos em definitivo.

O marco de 90 dias é um ponto sem retorno. A remoção é definitiva e irrecuperável, e alcança o histórico de execuções, os registros de workflows, os logs e os payloads processados. Não existe reativação: voltar a operar significa nova contratação, com novo setup, novo mapeamento e nova implantação. Se houver qualquer dado que a sua empresa queira preservar, ele precisa ser extraído antes desse prazo.

Uma delimitação importante: isso vale apenas para os dados que estão sob responsabilidade da Integra Moda. Os cadastros e o conteúdo que ficam dentro do PLM Coleção Moda e do seu ERP não são afetados, porque não estão na nossa plataforma e seguem as políticas dos respectivos fornecedores.

Vale entender o efeito prático da suspensão dos 10 dias antes que ela aconteça: com as integrações paradas, os dados deixam de fluir entre o PLM e o seu ERP, e os cadastros voltam a ser feitos manualmente nos dois sistemas. Como isso costuma cair no meio do desenvolvimento de uma coleção, a interrupção pesa mais do que o valor da parcela.

O vencimento é todo dia 10, e o pagamento pode ser feito por depósito bancário, PIX ou boleto.

Como funciona o suporte? +

Suporte técnico incluso no plano, por e-mail ou telefone, de segunda a sexta, das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00.

A primeira resposta técnica acontece em até 1 dia útil, contada a partir do registro do chamado dentro desse horário. Chamado aberto fora dele começa a contar no primeiro dia útil seguinte.

Não há prazo fixo de resolução, porque cada problema tem natureza e complexidade diferentes. Depois do diagnóstico inicial, informamos o andamento e o prazo estimado.

Vale notar a diferença entre as duas coisas: a plataforma processa integrações 24 horas por dia, 7 dias por semana. O atendimento humano é que é de segunda a sexta, em horário comercial.

Boa parte das dúvidas de operação é respondida pelo próprio painel, que mostra o que foi enviado e o que o ERP respondeu, sem precisar abrir chamado.

Ficou alguma dúvida?

O conjunto exato de possibilidades depende do que o seu ERP disponibiliza. Em uma conversa, levantamos o seu cenário e dizemos com clareza o que é possível.

contato@integramoda.com.br (41) 99907-3688 integramoda.com.br