Possibilidades de integração
O que é possível integrar
entre o PLM e o seu ERP.
Este é o catálogo das possibilidades de integração entre o PLM Coleção Moda e o ERP da sua empresa. Cada implantação é desenvolvida sob medida, e o conjunto que se aplica ao seu caso é definido no levantamento, antes de qualquer compromisso de escopo.
Antes de tudo, três coisas importantes
Esta página mostra o que a plataforma suporta, não o que está no seu contrato
Cada projeto contrata um conjunto específico de fluxos, escolhido no levantamento e formalizado no documento de mapeamento aprovado antes do desenvolvimento começar. É esse documento que define o que será integrado, em qual direção e com quais regras. Fluxos fora dele são cotados separadamente.
Cada implantação também é desenvolvida sob medida: o de-para entre o PLM Coleção Moda e o seu ERP é construído campo a campo, conforme as regras da sua empresa e o que o seu ERP disponibiliza. Itens fora desta lista podem ser avaliados caso a caso.
Nada disso é troca de arquivo
As integrações trocam dados estruturados com o ERP, campo a campo. Nenhuma delas envia ou recebe PDF, CSV ou XLSX, em nenhuma das duas direções. A exceção são imagens: a imagem do insumo vem do ERP e é anexada no PLM, e a imagem aprovada do produto pode ser enviada ao ERP. PDFs da ficha técnica são gerados pelo próprio PLM Coleção Moda.
Dado que aparece nos dois sentidos não vai e volta
Preço, cores e consumo aparecem nas duas listas. A direção de cada um é escolhida no levantamento, conforme onde a sua empresa considera que está a informação oficial. Um sistema manda, o outro recebe. Nunca os dois ao mesmo tempo sobre o mesmo campo.
Por onde começar
Ninguém contrata o catálogo inteiro.
A lista completa está logo abaixo, mas quase todo projeto começa por um destes três blocos. Eles resolvem a maior parte da redigitação e são o ponto de partida mais comum. Os demais fluxos entram depois, conforme a prioridade da sua empresa.
Base de implantação
Estruturação do ambiente, autenticação nos dois lados, recepção de eventos, de-para base, tratamento de erros e homologação. Não é um fluxo de negócio, é o alicerce sobre o qual todos eles rodam. Está presente em qualquer projeto, e é feita uma vez só.
Ficha técnica gera o produto no ERP
O produto desenvolvido no PLM é cadastrado no ERP com grade, cores, códigos e valores padrão, sem ninguém redigitar. Costuma ser o primeiro bloco porque é onde está o maior volume de digitação manual.
Itens do catálogo: produto, tabela de medidas, ficha técnica e estrutura, código e SKU, imagens, ciclo de vida
Insumos e consumo entre os dois sistemas
Materiais e aviamentos sincronizados, e o consumo por produto alimentando o ERP para gerar ordens e necessidades de compra. Aqui a direção precisa ser definida caso a caso: há empresas em que o insumo nasce no ERP e desce para o PLM, e empresas em que a composição nasce no PLM e sobe para o ERP.
Itens do catálogo: insumos, preços, estoque, reservas · insumos do produto, pré-cadastro de insumo, consumo
A base é sempre cobrada
Qualquer projeto, mesmo o menor, precisa da base de implantação inteira. É por isso que contratar um fluxo isolado não custa uma fração proporcional do projeto completo, e por isso que implantar em várias etapas sai mais caro no total do que implantar de uma vez.
Do ERP para o PLM
16 possibilidadesSua equipe trabalha com o dado oficial da gestão.
Dados que saem do ERP e passam a estar disponíveis dentro do PLM Coleção Moda, sem ninguém redigitar. Nas linhas abaixo, insumo abrange tanto materiais, ou seja, tecidos e matérias-primas, quanto aviamentos.
Insumo também percorre o caminho inverso. Se na sua empresa o material e a composição nascem no PLM e precisam chegar ao ERP, os itens correspondentes estão em Do PLM para o ERP: insumos do produto, pré-cadastro de insumo e consumo. A direção de cada um é escolhida no levantamento.
Insumos
Materiais
Tecidos e matérias-primas cadastrados no ERP aparecem automaticamente no PLM, com código, descrição, composição e demais atributos, prontos para uso nas fichas técnicas.
Aviamentos
Mesma lógica aplicada ao outro tipo de insumo: botões, zíperes, etiquetas, linhas e demais aviamentos.
Preços de insumo
Custos de materiais e aviamentos são atualizados periodicamente, mantendo os cálculos de custo da coleção sempre baseados no valor atual do ERP.
Estoque de insumo
Saldo e situação do insumo, por exemplo disponível ou sazonal, ficam visíveis para quem está desenvolvendo a peça. Evita escolher material indisponível e descobrir isso só na produção.
Imagens de insumo
A imagem cadastrada no ERP é anexada ao insumo no PLM, facilitando a escolha pela equipe de criação.
Reservas de insumo
Reservas de material feitas no ERP ficam visíveis para a equipe de desenvolvimento.
Cadastros base
Fornecedores
A lista de fornecedores cadastrada no ERP é replicada no PLM, incluindo o vínculo entre insumo e fornecedor quando o ERP disponibiliza essa informação. Traz quem são os fornecedores, não os dados técnicos que cada um fornece.
Coleções
As coleções cadastradas no ERP passam a existir no PLM, mantendo a mesma organização de trabalho nos dois sistemas.
Cores
A paleta de cores oficial do ERP passa a alimentar os campos de cor do PLM.
Estampas
Estampas cadastradas no ERP, com código e imagem, ficam disponíveis para uso nos produtos.
Grades de tamanho
As faixas de tamanho ativas no ERP viram opções selecionáveis no PLM, sempre atualizadas.
Listas e opções de campos
Listas usadas em campos de cadastro, como linhas, grupos, classificações e tipos, são mantidas alinhadas com o ERP, sem digitação manual.
Produto
Preços de produto
O preço aprovado no ERP volta para o PLM e fica visível junto ao produto.
Consumo de produto
O consumo de insumo por produto calculado no ERP é trazido para o PLM.
Tabelas do produto
Tabelas customizadas do produto são preenchidas com informações vindas do ERP, evitando recálculo manual.
Cadastros já existentes
A partir do código do produto, a Integra Moda consulta um cadastro que já existe no ERP e traz esses dados para os campos da ficha, sem que ninguém precise abrir o outro sistema. O caso típico é a referência do produto: a plataforma lê os campos dela e preenche os correspondentes na ficha do PLM, conforme o de-para definido na configuração.
Do PLM para o ERP
13 possibilidadesO cadastro é feito uma vez e chega pronto no ERP.
Dados criados durante o desenvolvimento no PLM Coleção Moda e enviados ao ERP, eliminando a redigitação e o erro que vem junto com ela.
Produto
Produto
O produto desenvolvido no PLM é cadastrado automaticamente no ERP, com os atributos definidos pelas equipes.
Tabela de medidas
As medidas por tamanho definidas na modelagem são criadas e atualizadas no ERP.
Ficha técnica e estrutura
Estrutura do produto, componentes e consumo são enviados ao ERP, normalmente em etapas, acompanhando o avanço do desenvolvimento. O que vai são os dados que alimentam o cadastro no ERP, não o PDF da ficha.
Código e SKU
O código ou SKU é gerado pelo ERP e devolvido ao PLM, mantendo uma única fonte de codificação.
Imagens do produto
A imagem aprovada no PLM é enviada ao ERP, junto ao cadastro do produto.
Ciclo de vida do produto
Avanço de etapa, aprovação e inativação são refletidos no ERP, mantendo os dois sistemas na mesma situação.
Custo e preço
Custo e pré-custo
Pré-custo, tabela de custos e markup calculados no PLM são enviados ao ERP.
Preço do produto
O preço definido no PLM é registrado no ERP.
Insumos e cores
Cores da coleção
As cores definidas na coleção são cadastradas no ERP.
Pré-cadastro de insumo
Insumos ainda em desenvolvimento são pré-cadastrados no ERP, liberando a continuidade do processo antes do cadastro definitivo.
Insumos do produto
A composição do produto, com os materiais e aviamentos utilizados, é enviada ao ERP.
Documentos e rastreabilidade
Documentos no ERP
Documentos como ordem de desenvolvimento, capa de produção e certificados são criados no ERP a partir dos dados do PLM.
Histórico de aprovações
O histórico de aprovações do PLM é registrado no sistema de destino, para rastreabilidade.
Não precisa ligar tudo de uma vez.
A maioria das empresas começa por dois ou três fluxos que resolvem a maior parte da digitação, e amplia depois. Conte qual é a sua dor maior hoje e a gente indica por onde começar.
Além do ERP
3 possibilidadesO ERP é o destino mais comum. Não é o único.
O mesmo mecanismo alcança sistemas de terceiros: o do seu fornecedor de material e qualquer outro que a sua empresa indicar.
Dados técnicos consultados no fornecedor
A partir da referência do fornecedor informada no insumo, a Integra Moda consulta o sistema desse fornecedor e preenche os campos técnicos do material no PLM, como cores e características do tecido. A origem aqui é o fornecedor, não o ERP, e a consulta é feita por item, no momento em que a equipe preenche a referência.
Eventos para outros sistemas
Eventos do PLM, como criação e alteração de produto, podem ser enviados em tempo real para um sistema externo indicado pela sua empresa, além do ERP. Quais eventos são enviados fica definido na configuração.
Solicitações a fornecedores
Solicitações enviadas a fornecedores e parceiros já saem preenchidas com os dados do produto, reduzindo retrabalho e erro de digitação.
Automações internas
5 automaçõesRotinas que o PLM executa sozinho.
Além da troca com o ERP, o mesmo mecanismo automatiza o que acontece só dentro do PLM Coleção Moda. Vale mesmo para quem ainda não vai integrar o ERP agora.
Iniciar fluxos de trabalho
Quando as condições definidas pela sua empresa são atendidas, o próximo fluxo começa sozinho, sem depender de alguém lembrar de iniciar.
Produto com ficha aprovada e insumos definidos inicia o fluxo de modelagem.
Iniciar fluxo ao avançar de etapa
A entrada do produto em uma etapa específica dispara um novo fluxo, encadeando as áreas envolvidas.
Ao entrar em "Piloto aprovado", o fluxo de custos começa automaticamente.
Calcular tabelas do produto
Calculadoras de custo, preço, quantidade e consumo são executadas automaticamente conforme a regra de negócio da empresa.
Tabela de preço por canal recalculada com impostos e markup a cada mudança de custo.
Preencher e validar campos
Campos são preenchidos ou validados automaticamente, como geração de código interno e indicadores de disponibilidade.
Código interno gerado no cadastro, e um campo indica se o produto já pode seguir para pré-cadastro.
Dividir fluxos de trabalho
Um fluxo pode ser dividido automaticamente conforme a característica do produto, direcionando cada caminho para a área correta.
Peça com bordado e peça lisa seguem caminhos diferentes a partir da mesma etapa.
Quando cada integração acontece
Cada dado tem o seu momento certo.
Nem tudo precisa ser em tempo real, e nem tudo pode esperar a madrugada. O momento de cada integração é definido junto com a sua equipe.
| Momento | Uso típico |
|---|---|
| Em intervalos programados | Sincronização periódica de cadastros do ERP para o PLM: insumos, preços, fornecedores, grades e estoque. |
| Somente o que mudou | Nas sincronizações periódicas, apenas os registros alterados no ERP desde a última execução são trazidos. Permite atualizar com frequência sem sobrecarregar o sistema de gestão. |
| Ao avançar uma etapa | Envio do produto e dos dados relacionados do PLM para o ERP no momento certo do desenvolvimento. |
| A cada alteração | Reação imediata à criação ou alteração de produto, cor, variante ou insumo. |
| Sob demanda | Consulta pontual ao ERP e reprocessamento manual, quando a equipe precisa forçar uma atualização. |
| A partir de uma solicitação | Integrações disparadas quando uma solicitação é enviada a um fornecedor ou parceiro. |
Como avaliamos o seu cenário
Seis passos até a integração rodando em produção.
O conjunto exato de possibilidades depende do que o seu ERP disponibiliza. Por isso a conversa começa por um levantamento, não por uma proposta fechada.
Levantamento das direções
Quais dados devem ir do ERP para o PLM Coleção Moda e quais devem voltar do PLM para o ERP.
Verificação do seu ERP
Quais informações o seu ERP disponibiliza e em qual formato. É aqui que a lista genérica vira a sua lista.
Frequência e momento
Definimos quando cada sincronização acontece, conforme a rotina real das suas equipes.
Construção do de-para
Campo a campo, definimos qual informação do PLM corresponde a qual campo do seu ERP, com formatos, conversões de valores e regras de obrigatoriedade.
Desenvolvimento
Autenticação com a API do ERP e sincronização de protótipos, produtos, coleções, materiais, grades, preços e imagens, conforme o de-para aprovado.
Implantação
Testes, homologação e aceite com a sua equipe, entrada em produção e acompanhamento das primeiras execuções.
O de-para é o documento que define o escopo
O passo 04 é o mais trabalhoso e o mais importante dos seis. Ele é entregue como um documento de mapeamento, aprovado formalmente pela sua equipe antes do desenvolvimento começar. A partir dessa aprovação, todo mundo sabe exatamente o que a integração faz e o que não faz, e é isso que evita discussão de escopo no meio do projeto.
Itens fora desta lista podem ser avaliados caso a caso. Dúvidas sobre prazo, pré-requisitos, falhas e cobrança estão respondidas nas perguntas frequentes.
Uma planilha para você marcar o que a sua empresa precisa
Todas as possibilidades desta página, organizadas por direção, para a sua equipe classificar por prioridade: indispensável, desejável, futuro ou não se aplica. Circula bem entre desenvolvimento de produto e TI, porque cada área responde a parte que conhece.
Enviamos por e-mail, sem compromisso. Preenchida, ela é o que usamos para dimensionar prazo e escopo.
Receber o checklist por e-mail →Quais dessas possibilidades fazem sentido para a sua empresa?
Em uma conversa levantamos o seu cenário, verificamos o que o seu ERP disponibiliza e dizemos com clareza o que é possível, sem promessa genérica.